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AQUÁRIUSUL

Sou daqui deste povo que cheira a mar e sabe a fado

AQUÁRIUSUL

Sou daqui deste povo que cheira a mar e sabe a fado

Introdução

Radar, televisão, usinas de energia nuclear, raios laser, viagens à lua…! Que grandeza alcançou o ser humano. Com razão podemos vangloriar-nos e ficarmos orgulhosos das conquistas da técnica! Até mesmo o espaço foi dominado pela inteligência humana!

Mas com tais considerações estamos esquecendo, com demasiada facilidade, que há muitos milénios passados, viviam seres humanos que já possuíam conhecimentos astronómicos que a nós somente se tornaram acessíveis com a invenção da luneta e do telescópio. E também as construções gigantescas levantadas pelos seres humanos! Obras que mesmo hoje, com todos os meios técnicos à nossa disposição, dificilmente poderiam ser levantadas.

Basta pensar nas monumentais arquitecturas em pedra dos toltecas e maias, e nas ruínas dos palácios dos incas na região de Tiahuanaco. Os muros desses palácios consistem em parte de blocos de pedra que pesam cem toneladas e que tinham de ser transportados de uma distância de cinco quilómetros. A região de Tiahuanaco situa-se numa altitude de quatro mil metros, a vinte e um quilómetros ao sul do lago Titicaca. Os arqueólogos ficaram perplexos, diante de muros, cujos enormes blocos de pedra estavam tão exactamente cortados e ajustados, que mesmo hoje, depois de milénios, não é possível enfiar a ponta de uma faca nas juntas. (…)

A pirâmide de Quéops também faz parte dos muitos enigmas não esclarecidos…

Nenhum arqueólogo e nenhum perito puderam descobrir até agora os mistérios dos povos da antiguidade. A maioria dos cientistas são de opinião de que nunca se descobrirá como os arquitectos da antiguidade puderam levantar as gigantescas construções, cuja execução esmerada mesmo hoje encontraria grandes dificuldades. Eles não possuíam teodolitos, nem sextantes e nem lunetas ou telescópios…

Quem ajudou os seres humanos do tempo pré-histórico? Quem os ensinou? Quem foi que os introduziu na astronomia? Eram “deuses” os seus mestres?... todas são perguntas, cujas respostas ninguém até hoje conhece…

“Deuses”! Que deuses são esses que todos os povos antigos, sem excepção, veneraram? Todos os achados de tempos passados referem-se a uma veneração de deuses, ainda hoje incompreensível. Cada lugar de culto e cada ruína de Templo dá testemunho dessa veneração… Gregos, sumerianos, caldeus, chineses, maias, incas etc., veneravam deuses, reconhecendo-os também, aparentemente, como seus mestres. Observando mais de perto, facilmente se pode verificar que no fundo, sempre se tratava dos mesmos “deuses”. Diferentes apenas eram os nomes… onde se encontram hoje esses “deuses e mestres”? Estão mortos? Se não estão mortos, porque ninguém os vê? Não é de se supor que povos tão altamente desenvolvidos como os sumerianos, gregos, maias e incas houvessem venerado produtos de fantasia, não podendo nem vê-los, nem comunicar-se com eles…

Perguntas e mais perguntas surgem dentro de nós… com razão escreve Willy Bischoff no livro “Wir und das Weltall”; “Sempre novos reconhecimentos, mas também novos enigmas, novos milagres e novos mistérios a respeito de deuses, génios… surgem…” (…)

A solução dos muitos enigmas do tempo pré-histórico temos de encontrar aqui. Em nossa Terra. Temos de seguir os rastros dos antigos deuses e perscrutar a sua origem… Platão, o sábio grego, escreveu, há cerca de dois mil e quatrocentos anos, que os deuses estavam perto dos seres humanos.

Encontrar esses antigos deuses não é tão difícil, pois continuam no mesmo lugar como outrora! São os entes da natureza, com os quais todos os povos estavam em estreita ligação, e os quais, em parte, foram por eles venerados como deuses. Gigantes e anões, os soberanos dos astros e a protectora de nossa Terra… todos eles ainda existem! Também Apolo, o “deus do sol”, tão querido por todos os povos, continua no mesmo lugar.

Os entes da natureza! Esses servos de Deus, eternamente fiéis, eram outrora os mestres dos seres humanos… e ele também os ajudavam em suas construções gigantescas. (…)

O presente livro trata da assim chamada “pirâmide de Quéops”, quem a construiu e quais os segredos que ela encerra! Ao mesmo tempo este livro tem por finalidade despertar nos seres humanos a saudade de uma época em que ainda predominavam o amor puro, a sabedoria e a alegria! E na qual ainda colaboravam harmoniosamente com os entes da natureza!

Exactamente hoje, no “século do Juízo”, em que os alicerces da existência humana estão sendo cada vez mais abalados, seria bom se os seres humanos reencontrassem os antigos deuses, os prestimosos entes da natureza! Encontrá-los em seus corações! Então talvez a existência humana, actualmente tão pobre em amor, sabedoria e alegria, recebesse novamente um brilho que afastasse todos os temores da vida!

Roselis Von Sass

Introdução ao livro “ A grande pirâmide revela o seu segredo”, editado pela Ordem do Graal.